
Porém, apesar de formarem um grupo, nem todos os carboidratos são iguais! Sendo diferenciado pelo seu índice glicêmico, mas, o que é índice glicêmico?
Índice Glicêmico, I.G., mede a velocidade que o carboidrato entra na corrente sanguínea. Nosso corpo procura sempre a homeostase, ou seja o equilíbrio interno, logo quando a glicose entrar na corrente sanguínea, nosso pâncreas secreta o hormônio Insulina, o qual tem função de facilitar o transporte da glicose para dentro da célula. Bom agora vamos diferenciar os carboidratos.

E daí, que como todo hormônio, a insulina possui um receptor, o receptor de insulina, e como um mecanismo de regulação, esta, ao se ligar ao seu receptor é internalizado, tornando a célula menos sensível a insulina, apenas como ilustração, um portador de diabetes tipo II, tem poucos receptores de insulina em suas células, quando as células se tornam resistentes a insulina é muito maior a probabilidade de acumularmos o excesso de nutrientes sobre a forma de tecido adiposo.
Nesse momento podemos concluir que uma dieta baseada em carboidratos ditos complexos, com IG baixo, são preferíveis, pois diminuem a probabilidade de aumento de tecido adiposo e aumentam a probabilidade de ganho de massa magra. As fontes desse tipos de carboidratos são bem conhecidas e presentes no nosso dia-a-dia : batata-doce, inhame, cará, aimpim, mandioca, arroz integral, macarrão integral- sempre preferir os integrais aos refinados, pois possuem um ig mais baixo e são fontes de fibras e proteínas- maçã, uva e muitos outros.
Mas calma! Carboidratos simples, com IG alto não são vilões! Eles são preferíveis em determinados momentos, mais especificamente ao acordar, quando estamos num catabolismo moderado e pós- treino, para freiar o catabolismo e repor as reservas de glicogênio muscular. Porém temos que saber dosá-los.

*Como será explicado mais adiante, a insulina não serve apenas para internalizar a glicose, mais também aminoácidos e outros nutrientes
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